A terceira competição do futebol profissional português criou-se na temporada 2006-07, objetivando apenas a participação, perante o seu posicionamento e modelo competitivo, dos clubes profissionais portugueses, à exceção das equipas B.
O projeto desportivo, idealizado e apresentado em conjunto pelo Sporting CP e pelo Boavista FC, foi aprovado por unanimidade pelo órgão diretivo da Liga Portugal de então, reunido no Porto, tendo a sua primeira edição em 2007-08.
A valorização do jovem jogador português assumiu-se como o principal fator de aparecimento da única competição de moldes eliminatórios disputada apenas por equipas profissionais, com utilização obrigatória de um número mínimo de futebolistas formados localmente.
Localização da final: Estádio Algarve
Equipas finalistas: Vitória FC e Sporting CP
Capitães: Sandro e João Moutinho
Treinadores: Carlos Carvalhal e Paulo Bento
Mais de 28 mil adeptos, afetos a Sporting CP e Vitória FC, deslocaram-se até ao Estádio Algarve para assistir à primeira final da competição, sem golos ao longo dos 90 minutos regulamentares. A formação sadina ergueu o troféu, para delírio dos seus adeptos, após cobrança de grandes penalidades (2-3).
A edição inaugural da prova, que findou a 22 de março, permitiu aos adeptos portugueses contemplar mais 39 jogos entre equipas profissionais do país.
Localização da final: Estádio Algarve
Equipas finalistas: Sporting CP e SL Benfica
Capitães: João Moutinho e Luisão
Treinadores: Paulo Bento e Quique Flores
Num quase repleto Estádio Algarve, que serviu novamente de palco para a final, foi a vez do SL Benfica medir forças com o repetente Sporting CP, num “dérbi” finalizado com uma igualdade a um golo no tempo regulamentar. Através do castigo máximo, o emblema “encarnado” tornou-se no segundo vencedor da história do troféu (2-3).
No total da segunda edição, terminada a 21 de março, contabilizaram-se 55 jogos entre os emblemas profissionais portugueses.
Localização da final: Estádio Algarve
Equipas finalistas: SL Benfica e FC Porto
Capitães: Luisão e Bruno Alves
Treinadores: Jorge Jesus e Jesualdo Ferreira
Pela terceira temporada consecutiva, o Estádio Algarve recebeu a final da Taça da Liga, a montra do “clássico” que opôs o estreante FC Porto ao então atual detentor SL Benfica, num vibrante encontro, assistido por mais de 23 mil pessoas, que terminou com um expressivo triunfo (0-3), favorável ao conjunto lisboeta.
Na terceira edição da competição registaram-se mais 55 jogos nos relvados dos clubes profissionais.
Localização da final: Estádio Cidade de Coimbra
Equipas finalistas: SL Benfica e FC P. Ferreira
Capitães: Luisão e Manuel José
Treinadores: Jorge Jesus e Rui Vitória
Nesta época, a final disputou-se na região centro do país, no Estádio Cidade de Coimbra, com mais de 26 mil espetadores nas bancadas para a partida entre o inédito finalista FC Paços de Ferreira e o SL Benfica. A formação “benfiquista” deu continuidade ao seu ciclo vitorioso, erguendo o troféu pela terceira vez consecutiva (1-2).
A quarta edição da prova permitiu aos adeptos portugueses contemplar mais 39 jogos entre equipas profissionais do país.
Localização da final: Estádio Cidade de Coimbra
Equipas finalistas: SL Benfica e Gil Vicente FC
Capitães: Luisão e César Peixoto
Treinadores: Jorge Jesus e Paulo Alves
Aproximadamente 23 mil pessoas preencheram o Estádio Cidade de Coimbra, recinto conimbricense que acolheu de novo a final da competição, entre o SL Benfica e o também debutante Gil Vicente FC, formação de Barcelos que dificultou – mas não evitou – mais uma conquista dos “encarnados” na Taça da Liga (2-1).
Na quinta edição da taça da Liga, em 2011/12, que se concluiu a 14 de abril, assistiram-se a 67 jogos.
Localização da final: Estádio Cidade de Coimbra
Equipas finalistas: SC Braga e FC Porto
Capitães: Alan e Lucho González
Treinadores: José Peseiro e Vítor Pereira
Na primeira presença na final da prova, o SC Braga juntou o troféu ao seu palmarés ao vencer o repetente FC Porto, graças a um triunfo pela vantagem mínima (1-0), num jogo entre formações nortenhas realizado também no Estádio Cidade de Coimbra, assistido por quase 19 mil adeptos nas bancadas.
Localização da final: Estádio Dr. Magalhães Pessoa
Equipas finalistas: SL Benfica e Rio Ave FC
Capitães: Luisão e Tarantini
Treinadores: Jorge Jesus e Nuno Espírito Santo
Pela primeira vez, o Estádio Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria, com quase 24 mil pessoas, foi palco duma final que colocou frente-a-frente SL Benfica e outro estreante, o Rio Ave FC, adversário vila-condense que ficou em branco no quinto triunfo “encarnado”, obtido em tantas outras comparências (0-2).
O número de jogos realizados na sétima edição da prova fixou-se em 71.
Localização da final: Estádio Cidade de Coimbra
Equipas finalistas: SL Benfica e Marítimo M.
Capitães: Luisão e João Diogo
Treinadores: Ivo Vieira e Jorge Jesus
O Estádio Cidade de Coimbra reabriu novamente as portas à final da Taça da Liga, pelas quais entraram mais de 28 mil adeptos, com o propósito de assistir ao confronto entre o estreante Marítimo M. e o SL Benfica, que manteve o hábito de conquistar o troféu ao vencer os insulares (1-2).
A oitava edição na prova registou 83 jogos em 2014/15, pelo que se tornou num recorde de encontros realizados onde participaram apenas clubes profissionais portugueses.
Localização da final: Estádio Cidade de Coimbra
Equipas finalistas: Marítimo M. e SL Benfica
Capitães: Briguel e Luisão
Treinadores: Nelo Vingada e Rui Vitória
Em reedição da final anterior, Marítimo M. e SL Benfica regressaram ao relvado do Estádio Cidade de Coimbra para disputar outra vez o troféu, perante mais de 28 mil espetadores, verificando-se o resultado mais volumoso de uma final da competição (2-6), protagonizado pelo emblema “benfiquista”.
No total, realizaram-se mais 48 jogos de futebol profissional durante a nona edição da prova.
Localização da Final: Estádio do Algarve
Equipas finalistas: SC Braga e Moreirense FC
Capitães: Pedro Santos e André Micael
Treinador: Jorge Simão e Augusto Inácio
De volta ao Estádio Algarve, a Taça CTT, a décima edição apresentou-se com um novo posicionamento e modelo competitivo: uma 'Final Four' composta por quatro apurados, opondo-se em duas meias-finais para garantir o acesso à final. O Moreirense FC superiorizou-se ao anterior detentor do troféu SL Benfica numa das meias-finais (3-1), e ao SC Braga, já no jogo decisivo (1-0), sagrando-se o primeiro Campeão de Inverno.
Localização da Final: Estádio Municipal de Braga
Equipas finalistas: Vitória FC e Sporting CP
Capitães: Vasco Fernandes e Rui Patrício
Treinador: José Couceiro e Jorge Jesus
Em estreia no Municipal de Braga, a Final Four sagrou o segundo Campeão de Inverno e o 11.º vencedor da prova. Foi o Sporting CP a arrecadar o primeiro troféu da temporada, ao bater o Vitória FC. Mas só o fez no desempate nos pontapés de grande penalidade (5-4), depois de um empate a um golo no tempo regulamentar, com golos de Gonçalo Paciência e Bas Doost. Foi também, através desta forma de desempate, que a equipa então orientada por Jorge Jesus alcançou a final, deixando para trás o FC Porto, com supremacia (4-3) nas grandes penalidades.